Ler ou não ser

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Ler ou não ser, eis a questão! A paráfrase da cena número 01 do ato 03 de Hamlet define com precisão o que sinto quando leio um livro. Muito cedo em minha vida adquiri o hábito da leitura. Tive como estímulo meu pai, minha mãe e meus maravilhosos mestres e mestras.  Alguns destes eram eruditos outros não e de alguma forma me convidaram a ter na leitura um caminho de conhecimento, prazer e progresso.

Durante um bom tempo fui “rato de biblioteca”. Este apelido era dado ás pessoas que tinham como divertimento passar boas horas sentadas em meio a livros e silêncio. Estes momentos eram uma viagem incrível e permitiram entre vários e inesperados momentos onde eu abri minha mente à novos “mundos” e novas ideias. Einstein muito antes da minha existência já sabia do poder deste rito humano e plotou em uma frase o que pude ensaiar no corpo e na alma: “A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original”.

Cada livro uma experiência, cada experiência um salto e a cada salto uma mudança! Minha devoção pela leitura cresceu e como todo bom devoto quis catequisar outros. Para minha realização minhas amadas irmã e filha foram alvos de meus “prosélitos” e seguem firmes como leitoras vorazes e críticas.

Hoje dia 29 de outubro em homenagem ao dia de fundação da Biblioteca Nacional o Brasil comemora o DIA NACIONAL DO LIVRO e por coincidência eu comemoro meu 1784º livro lido. Comecei a contar as 13 anos e devo a facilitação da tarefa ao mestre da leitura dinâmica, professor Licurgo de Araújo Filho e ao gênio da fotoleitura, professor Paul Scheele. A eles devo duas coisas: a mudança de paradigma pessoal de aprendizado e por seus trabalhos terem fornecido a estrutura para a criação do meu método P.L.A (Programa de Leitura Acelerada). Tenho ainda uma dívida emocional com a professora Marlene de literatura que me apoiou a consolidar a importância da leitura no ensino médio e a todos os autores e autoras que me estimularam a ir e a não ir para o próximo livro.

Livros são uma mudança potencial e ler é um caminho para mudar! No entanto como diria o porto-alegrense Mário Quintana: “Livros não mudam o mundo, quem muda o mundo são as pessoas. Os livros só mudam as pessoas”.

Procure seu próximo livro!

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